terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Uma necessidade de mudança no modelo de consumo

Por mais que pareça antagônico, é possível sim haver desenvolvimento econômico sem causar danos irreparáveis ao meio ambiente. Não é preciso desmatar nem consumir todos os recursos naturais disponíveis para se ter um desenvolvimento econômico condizente com um país desenvolvido.

O modelo de produção e consumo que é adotado hoje se mostra cada vez mais ineficiente, insuficiente e degradante. Se este modelo for mantido, em menos de cinquenta anos irão faltar recursos naturais para sustentar a sociedade na situação atual. Isso por que nesse modelo a lei é produzir e consumir o quanto puder, não se levando em conta que os recursos naturais são finitos, e que muitos são fundamentais para a manutenção da vida.

Como esse modelo não leva em conta coisas tão fundamentais como a importância de se manter as florestas, os rios e os recursos biológicos, criou-se um novo modelo, uma proposta de mudança nas relações de produção e consumo, de forma a não prejudicar o meio ambiente e garantir os recursos para as próximas gerações. Não é por coincidência que esse modelo é chamado de consumo sustentável.

O consumo sustentável se mostra muito mais eficiente e saudável do que o modelo anterior, mantendo o desenvolvimento econômico sem desgastar as fontes de matéria prima. Nele se propõe a reciclagem e reutilização daquilo que foi consumido e descartado, além da proteção do meio ambiente. Um modelo interessante e viável, mas inconveniente para aqueles que lucram com a situação atual da sociedade.

É preciso que a sociedade desperte para os riscos do modelo de consumo vigente e opte pelo modelo sustentável. É importante que interesses pessoais sejam deixados de lado em nome da sustentabilidade, para o bem de todos e, principalmente, das futuras gerações.


Abraço do Leo!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Problema com a memória

Três velhinhos estavam conversando:

- Tenho 75 anos - disse o primeiro - mas estou em plena forma. Só o meu estômago é que anda rateando um pouco. Outro dia comi uma feijoada, acompanhada de umas e outras caipirinhas. E depois me senti meio pesado, sonolento...

- Pois eu tenho 78 - disse o segundo - e também estou legal, mas acho que minhas pernas andam fraquejando. Ontem eu joguei uma pelada na praia, depois nadei uns três quilômetros. À noite, minhas pernas estavam um pouco doloridas.

- Já eu, que tenho 80 anos - disse o terceiro - não sinto esses problemas. Mas, minha memória está começando a falhar: ontem, de madrugada, eu bati na porta do quarto da empregada; ela acordou assustada e falou:

- "O que é isso, seu Ronaldo? Quer dar mais uma?!"


Abraço do Leo!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Experiência com lombrigas

Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados:

- A primeira lombriga em álcool;
- A segunda lombriga em fumo de cigarro;
- A terceira em esperma;
- A quarta em água mineral.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:

- A primeira lombriga, em álcool, está morta;
- A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
- A terceira, em esperma, está morta;
- A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e pergunta à classe:

- O que podemos aprender desta experiência ?

E, "de pronto", responde o Joãozinho:

-"Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombriga!"


Abraço do Leo!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ser chique


Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar", o telefone.

Quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância... Falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem antes de tudo de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que ao final e ao cabo vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo. Portanto não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem,  que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, amor e fé nos tornam humanos!

Glória Kalil

Abraço do Leo!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um padre de coragem


O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosas das repartições publicas.

Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.

“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos.”

Sem dúvidas interessante, não?
Abraço do Leo!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Adeus - Deninho


Pois é.

O ano está acabando e em breve eu e a galera dos terceiros anos vamos terminar essa etapa tão importante em nossas vidas. Foram onze anos juntos, convivendo todos os dias. Tantas histórias, amizades, sorrisos, lágrimas e emoções.

Mas deixando essa parte mais sentimental para depois, quando estivermos mais perto do fim (de fato...). Esse ano para a “aula da saudade” o Otacílio, Marcos e companhia escolheram uma música belíssima para tocar, e eu não poderia deixar de postar aqui.

Lá vai.


Adeus
(Por Deninho)

Momentos tão belos aqui passei,
Quantos amigos conquistei,
Eu nunca imaginei o dia de partir,
Quantas historias eu vivi...
Andam dizendo que eu tenho que ir embora,
É tão difícil aceitar como é triste essa hora...

Passei a vida nessas salas, corredores,
Eu nunca esqueço os meus amigos, meus amores,
Mais em nenhum momento parei pra pensar,
Que um dia tudo iria terminar,
Andam dizendo que eu tenho que ir embora,
Como é difícil aceitar, como é triste essa hora...

O tempo passa cada vez mais rápido,
Escorre entre meus dedos,
Preciso de mais tempo,
Pra fazer o que eu quero,
Confesso tenho medo,
De me separar e da saudade que pra sempre irá ficar.

Digo que valeu, valeu à pena,
Essa historia linda que eu vivi,
Valeu a pena, agora é hora de me despedir,
Uma nova era me espera, eu levo tudo que aprendi,
Você que é meu amigo, pode crer,
Prometo nunca mais te esquecer!




Abraço do Leo!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Algumas expressões latinas comuns


Achei que seria interessante postar aqui algumas expressões que vem do latim e são “muito comuns” em algumas situações.

O latim foi um dos pilares de fundação da língua portuguesa, e há muito em comum entre as duas línguas. Muitas vezes usamos palavras derivadas dessa língua e nem sabemos. Agenda, por exemplo, é de origem latina e quer dizer “coisa a fazer”. Isso vale para outras línguas também. No inglês, exit também tem origem nessa língua e quer dizer algo como “ele sai”.

De qualquer forma, compreender um pouco dessa língua permite entender um pouco mais o nosso idioma, sem falar que indica um bom nível de instrução.


- A posteriori: Essa expressão faz parte da frase “a posteriori ratione”, que seria algo como “depois do raciocínio”, numa tradução literal. Indica que a ideia em discussão é posterior a outra, tendo a base do raciocínio derivada desse pensamento anterior, ou com base em observações e experimentação das idéias propostas na ideia anterior.

É o oposto de “apriori”.


- A priori: Algo como “a princípio”, indica uma ideia primeira, um conhecimento teórico de algo, sendo a primeira em uma ordem lógica.


- Ad infinitum: Até o infinito, que não tem fim.


- Ad sumus: Aqui estamos. É o lema do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.


- Alea jacta est: Os dados foram lançados. Frase dita por Júlio César ao decidir atravessar o rio Rubicão. Quer dizer algo como “a decisão foi tomada”, sem volta.


- Anno domini: No ano do Nosso Senhor.


- Ante meridiem: Antes do meio-dia. Corresponde a abreviatura inglesa “a.m.”.


- Aqua vitae: Água da vida. Geralmente indica bebida alcoólica destilada. Mas depende do sentido empregado.


- Audio: Eu ouço.


- Bona fides: Indica credibilidade, quem tem credenciais. Pode indicar honestidade e boa-fé.


- Carpe diem: Literalmente “agarre o dia”, no sentido de apriveite o tempo.


- Cave canem: Cuidado com o cão.


- Circa: Sinônimo de “por volta de” quando usado para indicar tempo.


- Cogito ergo sum: A famosa frase de René Descartes “penso logo existo”.


- Curriculum vitae: Literalmente, “o curso da vida”. É usado para designar o histórico de alguém, seja profissional ou histórico escolar.


- Deus ex machina: “Deus saído da máquina”. Indica histórias mal contadas, onde alguma “força sobrenatural” faz com que tudo termine bem.


- Dulce, et decorum est pro pátria mori: É um verso de Horácio, que literalmente significa “é doce e correto morrer pela pátria”.


- Ergo: Equivalente a portanto.


- Exempli gratia: Por exemplo, em geral. É abreviado como “e.g.”.


- Fiat lux: Faça-se a luz.


- Habeas corpus: Em uma tradução literal seria “tens o corpo”. Juridicamente quer dizer que ninguém pode ser preso sem um julgamento.


- Id est: Isto é. Abreviado com “i.e.”.


- In camera: Em segredo, algo que foi feito “às escuras”.


- In flagrante delicto: Pego no ato do crime, em incidência de infração.


- Ipso facto: Pelo próprio fato.


- Magna cum laude: Com grande louvor e honra.


- Modus operandi: Método de ação, forma de se trabalhar.


- Non compos mentis: Que não tem mente sã, ou maluco.


- Non sequitur: Literalmente, “que não se segue”. Usado quando um argumento é mal apresentado.


- Nota bene: Note bem. Abreviado com “n.b.”.


- Paterfamilias: Pai de família, ou chefe da família.


- Per maré per terram: Por mar, por terra. É o lema dos Reais Fuzileiros Navais britânicos.


- Persona non grata: Pessoa que não é bem vinda em algum lugar.


- Post meridiem: Depois do meio-dia. Corresponde a abreviatura inglesa “p.m.”.


- Post mortem: Após a morte, póstumo. Pode designar autópsia, ou cirurgia póstuma para designar a causa da morte.


- Postscriptum: Usado para indicar algo que foi escrito após o texto principal, significa literalmente “escrito depois”. É abreviada como “p.s.”.


- Quis custodiet ipsos custodes?: “Quem guarda os guardiões?”. É usado para questionar a autoridade de alguém.


- Quod erat demonstrandum: Literalmente, o que era para ser demonstrado. Pode ser abreviado como QED, e colocado no final das demonstrações.


- Quo vadis?: Literalmente, “para onde vais?”.


- Requiescat in pace: Famosa por sua abreviação RIP, significa “descanse em paz”.


- Semper fidelis: Sempre fiel. É o lema do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.


- Senatus populusque romanus: O Senado e o Povo de Roma. Essa frase era levada pelos estandartes das legiões romanas, por meio da sigla SPQR. Ainda hoje se encontram bueiros com essas siglas na Roma moderna.


- Sic: Assim. É usado para que o leitor saiba que aquilo que acabou de ler, mesmo parecendo sem sentido ou estranho, é assim mesmo. Alguns estudiosos sugerem que foi dessa palavra que se originou a palavra “sim”.


- Status quo: O estado das coisas. É usado para se referir a situação atual.


- Sub rosa: Sob a rosa, secreto. Essa expressão tem origem no antigo costume romano de se colocar uma rosa sobre a moldura da porta para indicar que tudo aquilo que fosse dito ali era restrito aquele espaço, ou seja, secreto.


- Tabula rasa: Literalmente, “tabuleta raspada”. Usado para indicar estado de inocência, ficha limpa.


- Terra firma: Terra firme ou terreno sólido.


- Terra incognita: Terra desconhecida. Usado em mapas antigos para mostrar espaços desconhecidos ou não explorados.


- Vade retro satana!: Frase bíblica, expressa uma ordem para se livrar das tentações ou desejos impróprios.


- Veni, vidi, vici: Vim, vi e venci. Frase dita por Júlio César após uma revolta na Grécia que ele sufocou em uma tarde.


- Versus: Contra. Abreviado como “v” ou “vs”.

 
- Veto: Proíbo, ou proibido.


- Vox populi: A voz do povo.


Abraço do Leo!