quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida



Um dia, quando os funcionários de uma empresa chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida na empresa. Você está convidado pra o velório dela na quadra de esportes.

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando a sua vida e bloqueando o seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?!
- Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça baixa, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: Quem está neste caixão?

Acontece que no visor havia um espelho, e cada um via a si mesmo!

Só existe uma pessoa capaz de limitar o seu crescimento: você mesmo! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. Sua vida não muda quando seu chefe muda, quando sua empresa muda, quando seus pais mudam, quando o seu ou a sua namorada muda. Sua vida muda quando você muda. Você é o único responsável por ela!

O mundo é como um espelho, que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda a diferença. A vida muda quando você muda.

Luís Fernando Veríssimo


Abraço do Leo!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia de faxina*



Estava precisando fazer uma faxina em mim!

Jogar fora alguns pensamentos indesejados fora; lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados. Então tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais!

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que eu nunca dei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li.

Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.

Fiquei sem paciência!

Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...

Mas lá também havia outras coisas belas! Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças...

Um passarinho cantando na minha janela, aquela cor de prata, o pôr do Sol...

Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante! Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas; se as esqueço lá mesmo ou se as envio para o lixão.

Aí fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos.

Como foi bom relembrar tudo aquilo!

Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.

Coloquei nas prateleiras de baixo, algumas lembranças da infância; na gaveta de cima, as da minha juventude e, pendurado bem na minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e, principalmente, de RECOMEÇAR.


*Texto de autoria desconhecida.
 

Abraço do Leo!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Copa do Mundo 2014: Brasileiro sim, humilhado nunca!



Pois é, perdemos. Digo perdemos por que mesmo sabendo que seja só uma partida de futebol, e mesmo que a culpa seja de A ou de B que poderiam ter feito mais do que fizeram e preferiam assistir, ou melhor, não só assistir mas serem coniventes com uma derrota patética, a derrota da Seleção Brasileira pela Alemã nas semi-finais da Copa do Mundo significa a perda do sonho não só do hexacampeonato, mas sim de um sonho que já duram 64 anos: a da Seleção ganhar uma Copa em casa.

Quem me conhece sabe que nunca fui muito chegado em futebol, nunca entendi direito e muito menos soube jogar bem. Mas desde pequeno a festa da Copa do Mundo me encanta e me traz boas recordações, e desde que o Brasil foi selecionado para sediar a Copa do Mundo de 2014 sonhei com a possibilidade do Brasil ser hexacampeão em casa. Imagine só que lindo: o Brasil, campeão da Copa, em casa! Não haveria momento mais belo do futebol em minha vida!

Por este sonho - do qual hoje tristemente me desfaço - e por acreditar que a Copa tem muito a contribuir para o país, fui a favor da realização do evento desde o início. Mesmo com tanta polêmica, revolta e falta de informação, visão e consciência política, continuei a creditar nesse sonho. E, após uma derrota humilhante contra a Alemanha, é muito depressiva essa sensação de vazio que fica, deixada pelo sonho que vai embora. É triste perceber que para mim o mundial simplesmente perdeu o sentido e toda aquela aura mágica que o circundava. Passou a ter tanta importância quanto a série B do campeonato brasileiro.

Mas mesmo com essa derrota, não me sinto mais ou menos brasileiro por isso. Não é o futebol que mede o desenvolvimento de um país, muito menos o seu potencial e o talento de seu povo. Somos mais do que futebol, praia e gente bonita. Somos a sétima maior economia do mundo, um país que se destaca positivamente cada vez mais no cenário internacional, e com uma riqueza cultural e natural fabulosa!

O que mais me encanta no futebol é como uma única paixão, um único esporte que se resume a vinte e dois homens correndo atrás de uma bola, consegue unir tantas pessoas de um mesmo povo, e tantos povos tão diferentes, em torno de si. É algo esplêndido e que deve sim ser valorizado, pois uma Copa do Mundo significa muito mais união e cooperação entre os povos do que mil tratados de diplomacia assinados entre Chefes de Estado!

Mais do que nunca, sou brasileiro sim, sempre fui e sempre serei, e acredito que assim como em tempos de Copa do Mundo o povo brasileiro, esse gigante adormecido, pode se dar conta do poder transformador que tem, no Brasil e no mundo, e fazer acontecer a mudança que tanto queremos.

Fica aí convite: Todos juntos, em um só ritmo!


Abraço do Leo!